Dica de Música: Clean Bandit

Clean Bandit

Domingo, e último dia antes da volta às aulas (pelo menos para mim…. sofrendo desde já): momento perfeito para conhecer música nova, certo? Logo, essa é minha dia do dia: o quarteto de música dance/clássica, Clean Bandit.

Como assim música “dance/clássica”? Essa é a grande sacada da banda, e como se formaram: Neil e Grace faziam parte de um quarteto de música clássica, tocando violino e violoncelo respectivamente, quando Jack começou a gravar suas apresentações, e, na famosa falta do que fazer, adicionar beats de música eletrônica às músicas. Os três logo perceberam que essa mistura tinha potencial, e assim, recrutando o irmão mais novo de Jack, Luke, para a bateria, formaram Clean Bandit.

Você provavelmente já ouviu Rather Be, a música que os lançou para a fama e até os rendeu um Grammy. Mas sinceramente, Rather Be não é nem minha música favorita do álbum. Amo Come Over, Cologne, e Extraordinary.

Para o mais interessados, super recomendo essa entrevista, onde Grace e Neil falam sobre o começo da banda. Eles estudaram em Cambridge! Neil tem um masters em economia e recusou uma oferta de trabalho no MI6 para focar na banda! Grace e Jack namoraram por nove anos, e terminaram bem durante as gravações do clipe de Real Love…. awkward. Ah, e para os confusos, todos os vocais são contratados pela banda ou colaborações com outros artistas mesmo. Meus pais ficaram super confusos com esse detalhe; “ué, como assim a cantora não faz parte da banda?” pois é, não faz. São apenas os quatro que criam as músicas, e depois escolhem um cantor para adicionar os vocais.

No começo me interessei por Clean Bandit mais pela ligação deles com Years & Years mesmo (Olly, o vocalista de Y&Y, namora o Neil, e até ajudou a escrever Stronger – a primeira versão da música tem os vocais dele), mas CB acabou sendo uma banda tão interessante por si só que agora os acompanho tanto quanto acompanho Y&Y. Estou aqui ansiosa esperando notícias sobre o segundo álbum que estão gravando.

Grace também já deu uma entrevista para o G1, onde diz que “tem um chance de virem ao Brasil em outubro”. Notícias animadoras, mas já estou tão acostumada com esse confirma/não confirma/confirma/cancelamento de artistas vindo para o Brasil que só vou acreditar quando estiver na fila para entrar no show – e talvez nem aí, porque sempre podem dar uma de Marina no Lolla, né. Estou traumatizada até hoje, haha.

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