Orlando: Epcot

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Espero que estejam preparados para muitas fotos, porque esse post tem MUITAS FOTOS. Esse é um resume de Epcot: o ponto principal do parque não são os brinquedos, mas sim o cenário e atmosfera.

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Epcot é divido em duas partes: a dos brinquedos, por onde você entra, e o World Showcase, com os pavilhões de diversos países. A maioria dos brinquedos do parque são divertidinhos mas calmos, sem muita adrenalina. Exceto, é claro, por um: Mission Space. Se você se enjoa facilmente talvez seja melhor pular esse brinquedo – ou escolher o modo “iniciante” ao invés do “aventura” -, porque a pressão da nave imitando uma nave espacial de verdade é bem forte.

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Soarin’ é provavelmente o brinquedo mais famoso do parque, e dá para entender porque: nele você “voa” pelo mundo, passando por florestas, cidades, mares, etc. É muito bonito e relaxante. A única coisa não tão bonita é a demora da fila. Se você conseguir um Fast Pass, seria bom usá-lo aqui.

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Falando de Fast Pass, a dica é correr para os quiosques de Fast Pass assim que abrirem para conseguir um horário bom. Passamos por ele mais tarde, por volta das 9~10 da manhã, e os únicos horários para Soarin’ vagos eram depois das sete da noite. Acabamos não usando Fast Pass porque, novamente, fomos fora de temporada então o parque não estava muito cheio. Mas mesmo assim esperamos por volta de 40~50 minutos para Soarin’, então se for em época de alta temporada, é bom ir preparado.

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O último brinquedo em que fomos antes de pausar para o almoço foi o Journey into Imagination que, honestamente…. gente, drogas fortes. Brinquedo mais bizarro em que já fui, quem projetou isso deve ter fumado muito antes, apenas. Mas ainda assim foi bonitinho hahaha as crianças provavelmente devem adorar.

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Após o almoço (sanduíches de casa, o dinheiro é para a janta), fomos para o World Showcase. Com showcases de onze países, é bom que você venha preparado para muita andança sob o sol. Eles ficam organizados em volta de um lago, onde a noite ocorrem os fogos de artifício. Resolvemos começar pelo México e fazer a volta em sentido horário; assim quando terminássemos a volta, ficaria mais fácil de voltar para a França, onde nos disseram que é um dos melhores lugares para ver os fogos.

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Todos os pavilhões seguiam a mesma fórmula: um lugar mostrando um pouco da cultura do país, depois muitas lojinhas de produtos, e finalmente o restaurante. Todos país tinha duas opções de comida: o restaurante propriamente dito, onde você precisa fazer reserva, e um outro restaurante no estilo “fast food”, onde você pega a comida no balcão e depois procura um lugar para sentar. Como você provavelmente pode imaginar, os restaurantes de reserva estavam todos lotados, mesmo sendo baixa temporada. Se quer comer em algum desses lugares, é bom fazer a reserva alguns dias antes; exceto por um restaurante, de que falarei daqui a pouco.

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O “prédio” do México era uma pirâmide asteca incrível, onde havia um pequeno museu falando sobre as tradições e folclore local, e depois uma espécie de mercadinho, com o restaurante ao fundo. Tudo isso em local fechado, mas decorado para parecer que você estivesse em uma noite ao ar livre no México, com direito até a outra pirâmide ao fundo. Uma pirâmide (falsa) dentro de uma pirâmide, haha.

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Após o México, encontra-se a Noruega. Como podem ver pela plaquinha em cima da loja, o sucesso de Frozen não passou desapercebido por aqui. É aqui que se encontra o restaurante das princesas do Epcot; e provavelmente mais alguma coisa relacionada a Frozen vai aparecer, porque quando passamos por ali havia um lugar em construção.

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Próximo, China. O castelo daqui era incrível, provavelmente meu cenário favorito dos países. Decidimos assistir o filme sobre o país; acho que a maioria dos países tem algum tipo de atração parecida, mas só assistimos o da China e Canadá. Tudo dentro do castelo era maravilhoso, mesmo que não tenha conseguido tirar muitas fotos decentes por causa da falta de luz. Além das lojinhas, o castelo ainda tinha uma reprodução em miniatura dos Guerreiros de Terracotta: estátuas do exército de imperadores colocadas sobre sua tumba, para protegê-los mesmo depois da morte.

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Do lado de fora do castelo ainda conseguimos assistir uma apresentação de artistas chineses. Os meninos e meninas, sentados na foto, eram malabaristas e dançarinos. Mas a verdadeira estrela da apresentação foi esse homem, que apresentou uma dança tradicional (não consegui pegar o nome, infelizmente), que fazia um truque de troca de máscaras. Ele passava a mão/leque rapidamente pelo rosto e as máscaras trocavam, era incrível.

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Após a China, vieram Alemanha, e depois Itália. Os dois países tinham um local relativamente pequeno, principalmente comparado à China, e nada muito especial. Mas o cenário da Itália era maravilhoso. Também dizem muitas coisas boas sobre o restaurante de lá; fomos xeretar, mas já estava totalmente lotado. A moça disse que, quem não tem reserva, pode tentar chegar lá mesmo assim e ver se houve alguma desistência. Acabamos jantando em outro lugar, mas fica a dica para alguém que queira tentar a sorte.

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Passamos rapidamente pelos Estados Unidos (chamado “A Aventura Americana”, único pavilhão que não tem só o nome do país… ai América), onde havia uma espécie de réplica da Casa Branca, é claro. Quando chegamos lá estava quase na hora do filme sobre a América começar, mas como o próximo pavilhão era o Japão, decidimos não ficar para assistir.

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Começou a garoar de leve quando chegamos no Japão, o que deu um efeito legal em algumas das fotos. Uma dica sobre Orlando: não sei se é a mesma coisa durante todo o ano, mas pelo menos na época em que fomos, chove todo dia, sempre no mesmo horário: por volta das 3~4 horas. Ás vezes chove forte, ás vezes é só uma garoa (como foi nesse dia), mas a chuva, mesmo que pareça que o mundo esteja desabando, sempre passa depois das 4 horas. Por isso não pense em desistir e voltar para casa quando a chuva começar! Ela logo para e você vai ter perdido o resto do dia. No Japão estava tendo uma apresentação de taiko, que paramos para assistir.

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Agora, o pavilhão que acabou se tornando meu favorito: Marrocos. Estava esperando amar China e Japão, mas Marrocos foi uma surpresa. Não só o cenário era maravilhoso – amo a arquitetura do Oriente Médio, e a Disney a capturou perfeitamente aqui, com direito até àquelas ruazinhas estreitas pelo meio de casas de barro -, mas a atmosfera do lugar era incrível. Chegamos no meio de uma apresentação, e os cantores eram animadores de festa de nível brasileiro haha, chamando a platéia para dançar e cantar junto. Todas as pessoas de lá eram super simpáticas, e acabei conversando com uma moça responsável pela propagando do restaurante por uns quinze minutos, sobre tudo exceto o restaurante em questão.

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Falando em restaurante, é essa minha dica para o Epcot: coma em Marrocos. Há dois restaurante, um de comida propriamente dita e outro de aperitivos, mas ambos são restaurantes onde você senta e é servido; e ambos não precisam de reservas. As pessoas passam direto por aqui para ir comer na Itália ou França, mas a comida é incrível. Acabamos decidindo comer no Spicy Road, o “café” com vários aperitivos, ao invés do restaurante principal, mas a comida era incrível. Mesmo minha mãe que odeia comida apimentada adorou. Ai que vontade de voltar para o Epcot só para comer ali de novo…

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Estamos chegando no final com o antepenúltimo pavilhão, de França. É claro, o cenário tinha o charme famoso da França, com muitas floras, lojinhas simpáticas, e até uma miniatura de Torre Eifell ao fundo. As pessoas também tinham o charme famoso da França: ou seja, eram bem mais mal-educados que o resto da Disney inteira, hahaha. Nada muito sério, é claro, só achei engraçado o modo dos franceses comparado à educação quase insuportável dos outros funcionários da Disney. Não sei se os trabalhados do World Showcase vinham diretamente do país em que trabalhavam, mas pelos sotaques e modo de atendimento diferentes, acredito que sim. Nos perguntaram lá se somos francesas, porque aparentemente nosso inglês tem um sotaque parecido com o francês. Achei meio bizarro, mas ok.

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Próximo, Reino Unido. Aqui tenho que pedir desculpas por não ter tirado muitas fotos; nessa hora estava recebendo umas outras notícias pelo celular e acabei me distraindo. Mas aqui também havia músicos de rua animando as pessoas, triste que não consegui tirar um foto porque a muvuca era muita.

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Finalmente o último pavilhão: Canadá. Eu sou um pouco tendenciosa quando se trata do Canadá porque, como sendo fã de hockey no gelo, já tenho muita simpatia pelo país. Mas achei o pavilhão deles realmente super bonitinho e bem arrumado, com amostras de realmente muitas partes do país: os indígenas, as cidadezinhas, e toda a natureza nacional. Havia até uma pequena réplica do Jardim Butchart, um dos jardins mais famosos do mundo.

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Quando terminamos a volta, era por volta das 6 da tarde. Tempo o bastante para jantar no Spicy Road, voltar na França para comer um doce, e pegar um bom lugar na ponte da França para os fogos.

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Como os fogos começam às 10 da noite, na verdade foi tempo de sobra. Mas assim conseguimos uma vista não obstruída do espetáculo, que realmente foi um espetáculo. Não colocava muita fé em todo mundo morrendo de amores pelos fogos da Disney, mas realmente foi incrível, a espera mais do que valeu a pena.

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Para ver mais fotos desse dia (e essas fotos em melhor qualidade), é só ir no meu flickr. Próxima parada: Magic Kingdom.

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